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A importância dos ecossistemas de inovação na jornada das startups

A importância dos ecossistemas de inovação na jornada das startups
Condor Connect
jul. 27 - 5 min de leitura
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Sem inovação não dá! Desde seu momento de criação até seu crescimento ao longo da jornada, as startups vivem grandes inovações em seu dia a dia. 

Estar dentro de grandes inovações é o que as startups querem, precisam e correm atrás. Não só por necessidade, mas por ser o melhor caminho para encontrar soluções e respostas para as dores da sociedade.

Uma startup nasce com propósitos que variam de acordo com a intenção que o empreendedor tem em relação ao mercado. Se podemos ditar um propósito que todas elas têm em comum, e se não tiver, obviamente estão errando feio, é o de solucionar uma necessidade ou deficiência que aquele segmento do mercado apresenta.

Então, utilizando da inovação desenvolvem essa solução para que venha a ser viável, direta e que esteja em ação no mercado em pouco tempo. Após o surgimento dessa solução, a startup se torna atrativa para os investidores,  que avaliam se o problema elas vão solucionar é um interessante negócio.

Para as startups a importância dos ecossistemas de inovação é primordial. Elas não sobrevivem no mercado sem promover inovações significativas e, com isso, os agentes que impulsionam a inovação em uma startup são responsáveis pelo alto desempenho, crescimento exponencial e impacto no mercado.

Dois desses agentes são as incubadoras e aceleradoras de startups, que além de auxiliá-las em seus momentos mais complicados, direcionam elas no caminho da inovação.

A jornada de uma startup 

Elas nascem na incerteza, caminham na obscuridade e se desenvolvem em um mar de tribulações.

O início de uma startup é sempre sujeito a grandes emoções. Uma boa parte delas é negativa e trará dores de cabeça. Contudo, são nesses momentos em que analisamos se aquela empresa tem potencial para se manter no mercado e conquistá-lo.

É um desafio, e vai perdurar o empreendedor que sustentar a ideia acima de todos os erros e barreiras impostas em sua frente. Já que falamos em ideias, é importante ressaltar que uma startup de sucesso surge primeiro com a intenção de corresponder uma dor do mercado, e sucessivamente a ideia surge como uma resolução dessa dificuldade prevista.

Logo após, é a hora de rodar o MVP! Em inglês, Minimum Viable Product ou para nós, é o produto mínimo viável. Nada mais é do que a construção de uma versão mais simples e resumida de sua ideia, barata e rápida também.

Nele é aplicado o mínimo possível de recursos e acaba sendo um dos momentos cruciais para a continuidade desse projeto. No MVP, é o momento de errar, aprender e desaprender com o produto. Com um bom MVP em mãos, não será tão árduo encontrar possíveis investidores.

Fundador e CEO da startup CondoConta, Rodrigo Della Rocca aponta que as startups avançam em um rumo promissor por conta de todas suas metodologias ágeis.

 É fazendo com rapidez, e é por isso que a gente vê as startups cada vez mais acontecendo em pouco tempo, atingindo o país e o mundo inteiro. Rodrigo Della Rocca – Fundador e CEO CondoConta

E para os empreendedores que se iniciam no mercado com as ideias em mãos, Rodrigo completa:

Comece pequeno, de os primeiros passos e as coisas irão se desenrolando no caminho- Rodrigo Della Rocca

Em uma startup o MVP é essencial para aceitabilidade de erros, já em uma empresa tradicional, o erro as vezes é inadmissível  

Em uma empresa tradicional o erro tem um desafio, devido muitas vezes ao tamanho do impacto daquele erro dentro do ecossistema todo da empresa. Se a empresa tem 2 milhões de clientes e esse erro modifica o comportamento para estes, terão um impacto negativo. Felipe Boff – CEO Domo Inovação.

Com isso, em uma empresa tradicional é permitido que o erro aconteça, mas em proporções menores. Quando a empresa é vasta, levamos em conta a implementação de uma inovação em uma parcela pequena da empresa, não nela toda.

Primeiro é testado com o mínimo de clientes possíveis, mas que possam agregar positivamente com seu contato com o produto. Assim, menores impactos são causados se acaso aquela inovação venha a dar errado, acarretando o menor déficit possível para a empresa.

Em vista do que já vimos no passado, é um grande passo dado pelas empresas tradicionais para encontrarem a inovação. Pois o erro é um açoitador de ideias, e quando não o trabalhamos da melhor forma, acabamos nos rendendo a práticas tradicionais antiquadas em comparação a agilidade e aceleração em que o empreendedorismo vive.

Aceite o erro, mas não permita erros banais, erre, mas com a consciência de quais ações tomar para transformar esse erro em acerto. E o mais importante, erre, mas erre rápido! Assim, poderá extrair os melhores caminhos de um projeto que às vezes é visto como um fracasso por erros cometidos.

Quer saber mais? Acompanhe nosso bate-papo completo, é só clicar:

Está idealizando sua startup ou quer acelerar seu crescimento, entre em contato com a aceleradora Condor Connect através do e-mail oi@condorconnect.com.br. Aqui seus projetos e ideias são avaliados por especialistas de mercado, e você pode fazer parte do programa de mentoria para sua startup. Não perca a chance de fazer acontecer!


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